LASAR SEGALL
|
Aqui neste blog pretendemos falar sobre História da Arte, Arte como Catarse Social, Política, Movimentos Socias. Enfim, arte na nossa vida, no nosso mundo. Artes Visuais, Literatura...um universo dinâmico e múltiplo.
sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
MORRE MICHELANGELO MERISI
18 de julho de 1610
Michelangelo Merisi da Caravaggio nasceu em 29 de Setembro de 1571 e faleceu em 18 de Julho de 1610.
Foi um pintor italiano considerado como o primeiro grande expoente da pintura barroca. Produziu em sua maioria pinturas religiosas. Com freqüência escandalizava e suas telas eram recusadas por seus clientes.
Duas das reprovações habituais eram o realismo de suas figuras religiosas beirando o naturalismo, e a escolha de seus modelos entre pessoas de baixa condição.
A pintura de Caravaggio que maior escândalo causou perante os olhos da Igreja foi A Morte da Virgem, pela representação realista do corpo da Virgem Maria, com o ventre inchado, obra que foi acompanhada de irritantes rumores segundo os quais o modelo teria sido o cadáver de uma prostituta grávida afogada.
Desta forma, a consideração que a Igreja Católica tinha por Caravaggio e seus quadros oscilou de um extremo a outro da sua carreira entre a acolhida entusiasta e a rejeição absoluta.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
NASCE CAMILLA CAROT JEAN BAPTISTE
16 de julho de 1796
Camille Corot foi um pintor francês, que nasceu em 16 de Julho de 1796 no seio de uma família de comerciantes.
De formação neoclássica, recebeu influências de seu par francês Victor Bertin, de quem aprendeu os princípios de composição clássicos que caracterizaram as paisagens de suas obras: Forum (1826) e a Ponte de Narni (1827).
Percorreu a Europa fazendo pequenos esboços a óleo que estão entre as primeiras paisagens francesas pintadas diretamente do natural. Desde 1845, e depois de ter conseguido um grande sucesso de crítica, começou a vender suas obras.
Depois, suas paisagens foram se convertendo em criações mais imaginárias: Lembrança de Mortefontaine (1864, Museu do Louvre).
Pintou obras extraordinárias como O Campanario de Douai (1871, Museu do Louvre). A captação da atmosfera própria do ar livre e o estudo da luz colocam-no dentro da genealogia do Impressionismo. Não faltam na sua pintura os retratos e os estudos de figuras humanas.
Foi um homem singelo e generoso com seus amigos e alunos, tanto no que se refere ao dinheiro como ao tempo (chegou inclusive a assinar quadros de colegas pouco afortunados), o qual lhe valeu o sobrenome de "Père Corot" (Pai Corot). Faleceu em 22 de Fevereiro de 1875 em Paris.
domingo, 15 de julho de 2012
Rembrandt Harmenszoon van Rijn nasceu em 15 de Julho de 1606 e faleceu em 4 de Outubro de 1669.
É considerado um dos maiores pintores na história da arte européia, e o mais importante na história da Holanda.
Rembrandt foi, além disso, um gravador experiente, e publicou muitos desenhos. Suas contribuições à arte tiveram lugar num período em que os historiadores chamam de Idade de Ouro holandesa, que correspondeu ao século XVII.
Nessa época, a cultura, a ciência, o comércio, o poderio e a influência política da Holanda atingiram seu ponto máximo. Ao todo,
Rembrandt produziu cerca de 854 quadros e 2.600 desenhos. Foi um prolífico pintor de auto-retratos. Além disso, deixou pinturas de si mesmo notavelmente claras.
Seu olhar e -o mais importante- suas emoções que permitem apreciar o infortúnio e a tristeza que enrugam seu rosto. Entre as características marcantes de sua obra encontra-se o uso do claro e escuro, com freqüência usando fortes contrastes, o que introduz o observador dentro do quadro.
Suas cenas vívidas e dramáticas destacam-se sobre a rígida formalidade que mostra a obra da maioria dos artistas da época, junto com um profundo sentimento de compaixão pela raça humana, sem discriminação alguma pela fortuna ou idade.
Em seus quadros aparecem com freqüência os membros de sua família; sua esposa Saskia, seu filho Titus e sua companheira Hendrickje.
O DESENHISTA
Rembrandt FOI um dos maiores desenhistas da história da arte. Ele fazia registros de observações e sentimentos em cadernos que, à primeira vista, podem parecer enganosamente simples. No entanto, a espontaneidade e economia com o qual Rembrandt desenhou suas impressões os tornam deslumbrantes para os conhecedores.
Sua produção de desenhos foi tão prolífica como foi brilhante. Cerca de 1.400 atribuídos a ele sobreviveram, e provavelmente pelo menos um número igual foram perdidos. As razões para a perda, além de incêndio, inundação e negligência, pode ser percebidas a partir dos desenhos que permanecem. Rembrandt fez relativamente poucos estudos preparatórios para suas pinturas e menos ainda desenhos "apresentáveis" - presentes para amigos e admiradores. Normalmente, seus desenhos não estavam relacionados com suas obras mais importantes e, aliás, não foram assinados, apenas cerca de 25 que carregam a sua assinatura são conhecidos. Assim, é provável que os coletores inexperientes, enganados pela simplicidade dos desenhos e ignorantes de sua autoria, se desfizeram deles.
Especialistas estimam que as datas de desenhos de Rembrandt, estudando o seu estilo e a maneira como ele usou suas mídias favoritas: giz vermelho e preto, tinta e pena ou palheta de caneta, pincel e lavagens.
O DESENHISTA
Rembrandt FOI um dos maiores desenhistas da história da arte. Ele fazia registros de observações e sentimentos em cadernos que, à primeira vista, podem parecer enganosamente simples. No entanto, a espontaneidade e economia com o qual Rembrandt desenhou suas impressões os tornam deslumbrantes para os conhecedores.
Sua produção de desenhos foi tão prolífica como foi brilhante. Cerca de 1.400 atribuídos a ele sobreviveram, e provavelmente pelo menos um número igual foram perdidos. As razões para a perda, além de incêndio, inundação e negligência, pode ser percebidas a partir dos desenhos que permanecem. Rembrandt fez relativamente poucos estudos preparatórios para suas pinturas e menos ainda desenhos "apresentáveis" - presentes para amigos e admiradores. Normalmente, seus desenhos não estavam relacionados com suas obras mais importantes e, aliás, não foram assinados, apenas cerca de 25 que carregam a sua assinatura são conhecidos. Assim, é provável que os coletores inexperientes, enganados pela simplicidade dos desenhos e ignorantes de sua autoria, se desfizeram deles.
Especialistas estimam que as datas de desenhos de Rembrandt, estudando o seu estilo e a maneira como ele usou suas mídias favoritas: giz vermelho e preto, tinta e pena ou palheta de caneta, pincel e lavagens.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
PAISAGENS
A retratação da vida cotidiana no Brasil, através da "Missão Holandesa" que desembarcou por aqui a partir da instalação dos Holandeses no Nordeste, o que ocorreu a partir de 1624.
Juntamente com o Conde Mauricio de Nassau, vieram artistas holandeses, flamencos, alemãoes.
Por não serem católicos, esses artistas estavam mais à vontade para se dedicar a temas tidos como "profanos".
Os pintores Frans J Post e Albert Eckhoult, se apaixonaram pelas paisagens e tipos brasileiros que retrataram em suas telas.
Post chegou ao Brasil com 24 anos, ficando por aqui por cerca de oito anos. É considerado o primeiro paisagista a trabalhar nas Américas. Pintou cerca de 150 quadros com a retratação da natureza e novas edificações nas terras recém conquistada.
Frans Post, 1662.
Vista de Olinda,
Eckholt pintava naturezas-mortas e tipos brasileiros retratando seus costumes. Seus quadros eram dados como presentes por Nassau a líderes europeus. O que fez com que o velho mundo passasse a conhecer e se interessar pelo Brasil
Na verdade eram os "folders" e "catálogos" de marketing da época.
Os gringos achavam tudo por aqui muito exótico (e tudo por aqui os achava também muito exóticos). E isso os fascinava.
Claro, somos menos exóticos hoje - ou será que não? Mas também eles hoje ainda se fascinam com a natureza e costumes diversificados que encontram por aqui.
Muitos artistas depois desses pioneiros, retrataram nosso país.
Alguns gringos também, outros pintores brasileiros que tinham uma visão particular, nem sempre exaltando as belezas naturais ou a abundância de nossa terra, mas mostrando as profundas e vergonhosas desigualdades, ou o trabalho no campo, ou uma simples cena de cotidiano.
Vejamos algumas obras:
Juntamente com o Conde Mauricio de Nassau, vieram artistas holandeses, flamencos, alemãoes.
Por não serem católicos, esses artistas estavam mais à vontade para se dedicar a temas tidos como "profanos".
Os pintores Frans J Post e Albert Eckhoult, se apaixonaram pelas paisagens e tipos brasileiros que retrataram em suas telas.
Post chegou ao Brasil com 24 anos, ficando por aqui por cerca de oito anos. É considerado o primeiro paisagista a trabalhar nas Américas. Pintou cerca de 150 quadros com a retratação da natureza e novas edificações nas terras recém conquistada.
Frans Post, 1662.
Vista de Olinda,
Eckholt pintava naturezas-mortas e tipos brasileiros retratando seus costumes. Seus quadros eram dados como presentes por Nassau a líderes europeus. O que fez com que o velho mundo passasse a conhecer e se interessar pelo Brasil
Na verdade eram os "folders" e "catálogos" de marketing da época.
Os gringos achavam tudo por aqui muito exótico (e tudo por aqui os achava também muito exóticos). E isso os fascinava.
Claro, somos menos exóticos hoje - ou será que não? Mas também eles hoje ainda se fascinam com a natureza e costumes diversificados que encontram por aqui.
Muitos artistas depois desses pioneiros, retrataram nosso país.
Alguns gringos também, outros pintores brasileiros que tinham uma visão particular, nem sempre exaltando as belezas naturais ou a abundância de nossa terra, mas mostrando as profundas e vergonhosas desigualdades, ou o trabalho no campo, ou uma simples cena de cotidiano.
Vejamos algumas obras:
Segall, Lasar
Menino com Lagartixas , 1924
Assinar:
Comentários (Atom)














